Plano de negócios – Modelo para franquias: como criar um?

Para muitas pessoas, começar o próprio empreendimento é um grande sonho, mas também um desafio. Por isso que cada vez mais profissionais optam pelo modelo de franquia, já contando com uma marca bem estabelecida para fazer seu investimento. Porém, mesmo que os riscos envolvidos sejam menores, ainda é importante pensar no modelo de plano de negócios para a franquia.

Apesar de sua importância, alguns investidores esquecem de elaborar e alinhar seu plano de negócios antes de entrarem em uma franquia, o que prejudica bastante suas chances de sucesso. Se você pretende obter o maior retorno financeiro possível com seu investimento, então precisa pensar também em um plano de negócios.

Para ajudar a entender melhor o assunto, vamos falar mais sobre o que é um modelo de plano de negócios, qual é sua importância para o franqueado e como criar o seu. Acompanhe.

O que é o plano de negócios?

De forma bem simples, trata-se de um planejamento realizado por um empreendedor, com o objetivo de guiar o trabalho realizado em seu negócio. Dentro desse planejamento, são estabelecidos os pontos mais importantes sobre como o negócio será conduzido e o que é necessário fazer para melhorar suas chances de sucesso.

Em muitos casos, a própria franqueadora apresenta um plano de negócio, um modelo ou oferece orientação sobre como montar um. Afinal, é de interesse dela que seus franqueados tenham a maior rentabilidade possível. Porém, é sempre útil adaptar esses modelos à sua realidade e ao contexto onde a unidade será aberta.

Por que é importante ter um modelo de plano de negócios para sua franquia?

Mesmo que seja um passo importante para seu sucesso, muitos investidores pulam essa etapa do planejamento, tentando acelerar o início do negócio. Porém, se você comparar diferentes unidades, verá como as mais planejadas têm melhor índice de sucesso.

Veja aqui alguns dos pontos que tornam esse plano tão importante para o franqueado.

1.  Guiar ações de longo prazo – Plano de Negócios

Nenhuma empresa se forma com base em uma única ação. Todas as suas metas precisam ser divididas em metas menores, as quais requerem um período de tempo para serem concretizadas. Ter um plano de negócio é fundamental para que você não perca seu direcionamento ao longo do caminho, assegurando que seu objetivo original será alcançado com o máximo possível de eficácia.

2. Facilitar o entendimento do mercado

Outra parte importante do seu modelo é saber quais são as expectativas do público, o que eles buscam e como você pode atender a estas demandas. Na hora de tomar certas decisões, você precisa ter em mente esses fatores, especialmente no que diz respeito ao público consumidor. Sem esses parâmetros, você não pode avaliar com precisão as chances de seu negócio ser bem-sucedido.

3. Aumentar suas chances de sucesso criando um bom plano

Estar ciente de demandas não atendidas ou conhecer algumas oportunidades de mercado antes dos concorrentes é o primeiro passo para se destacar. O seu modelo de plano de negócios para franquia é uma parte importante nesse processo. Se você levar em conta as principais possibilidades de mercado e se preparar de acordo, então o sucesso da sua franquia é quase garantido.

4. Manter sua filial alinhada com os padrões da franquia

Por fim, mas não menos importante, é bom lembrar que uma filial ainda faz parte de uma marca já estabelecida. Você terá direito a alguma autonomia com relação a como conduzir seu negócio, mas os clientes ainda esperam receber produtos, serviços e atendimento mais próximos do modelo estabelecido. Sendo assim, mesmo que você precise fazer ajustes ao longo do caminho, esse plano vai ajudar a manter tudo em ordem.

6 dicas para elaborar o modelo de plano de negócios para franquia

Agora que você entende melhor a importância de ter um plano de negócio, é hora de ver como você pode criar seu próprio modelo. Confira aqui algumas dicas que vão ajudar.

1. Faça um estudo de viabilidade

Antes mesmo de escolher em qual franquia investir, veja se há boas chances de sucesso e crescimento no local onde você pretende abrir sua unidade. É necessário haver demanda próxima, acessibilidade e público com poder aquisitivo, ou nenhum de seus planos originais conseguirá se manter na prática.

2. Defina seu público-alvo

O público-alvo, como você já deve ter ouvido falar, é um perfil de consumidor que você busca, incluindo faixa etária, classe social, gênero e localidade. Quanto mais específica for essa definição, mais eficiente tende a ser sua conversão de leads. É melhor focar em um nicho do que tentar agradar a todos os públicos possíveis.

3. Avalie os custos e taxas do investimento

Há outra parte do modelo de plano de negócios que nem sempre é esclarecida de antemão: o dinheiro. Mais especificamente, o quanto você precisa injetar para que o sistema comece a funcionar. Por isso é importante listar todos os custos de investimento, taxas recorrentes e comparar com o retorno esperado antes de se comprometer com um plano.

4. Estabeleça seus objetivos e metas

Ter metas bem definidas é o que diferencia bons planejadores de outros gestores e empreendedores. Estabelecer um plano de negócios que envolva objetivos quantificáveis e prazos bem definidos ajuda não só a manter o melhor direcionamento, mas também alcançar resultados mais tangíveis.

5. Acompanhe os concorrentes

Observar outras empresas na mesma área dará várias informações importantes sobre o mercado e suas demandas. Por exemplo, você pode estudar as faixas de preços que elas usam e usá-las como base para sua própria precificação.

6. Confira como a franqueadora auxilia

Por fim, mas não menos importante, entre em contato com a franqueadora e veja se eles já oferecem um modelo de plano de negócios, ou se prestam algum auxílio na sua elaboração/adaptação. Franqueadores que oferecem mais apoio sempre são mais promissores como parceiros de negócio.

Agora que você entende a importância do modelo de plano de negócios para franquias, é hora de começar a elaborar o seu. Lembre-se que, mesmo depois que ele é confirmado, você ainda pode precisar fazer ajustes para mantê-lo nos trilhos.

E se você quer se interar mais sobre esse tipo de negócio, veja aqui nosso artigo explicando o que é um contrato de franquia e esteja ainda melhor preparado.

Mercado de franquias no setor de saúde: o guia completo

1. Introdução

Iniciar um negócio em qualquer setor hoje em dia é um grande desafio. Há muitas marcas já estabelecidas, e conquistar seu espaço nesse mercado é cada vez mais difícil. Felizmente, existem algumas soluções, como o modelos de franquias.

Nele, um investidor entra em contato com um franqueador, que é dono de uma marca já concretizada. Então, o investidor, também chamado de “franqueado”, paga para ter o direito de abrir uma filial da empresa, usando a imagem e os produtos da instituição. Dessa forma, é possível abrir um negócio já com uma marca mais consolidada sem ter que passar anos trabalhando nisso.

A franqueadora também continua prestando auxílio a todas as filiais, criando campanhas de marketing amplas e capacitando-os para otimizar o desempenho de seus respectivos negócios. Em troca, os franqueados pagam uma pequena porcentagem de seu lucro como royalties para o franqueador.

Esse modelo de negócio tem ganhado adeptos em diversos setores, incluindo na área de saúde. Na verdade, há diversas oportunidades para quem deseja fazer parte de uma franquia no setor de saúde e bem-estar.

Se você está pensando em entrar nesse mercado, então é melhor entender como ele funciona e qual é seu estado atual. Para auxiliar, trouxemos esse guia com as principais informações que você vai precisar. Valaremos sobre o mercado atual das franquias de saúde, daremos alguns exemplos de franquias de sucesso, dicas para escolher a qual franquia se afiliar e como voe pode fazer esse investimento de forma correta. Acompanhe.

2. Mercado de franquias de saúde

O primeiro passo para quem deseja investir em uma franquia no setor de saúde é conhecer as principais opções à sua disposição. É um mercado bem amplo, sendo que cada subsetor apresenta suas próprias tendências.

Veja aqui os serviços mais comuns e quais são as expectativas para eles atualmente.

2.1. Crescimento dos planos de saúde

Como você já deve saber, os planos de saúde são serviços bem requisitados por boa parte da população. A ideia é que, ao assinar um plano, a pessoa pode ter todas as suas despesas médicas cobertas em vez de ter que desembolsar o valor completo das consultas e medicamentos.

Nos últimos anos, segundo a IESS, o crescimento foi de 21,4% nos planos de assistência médica. Além disso, 67% de todos os planos de saúde assinados são coletivos, fornecidos por empresas para seus funcionários, sendo um dos benefícios mais valorizados por profissionais, junto com o plano dental.

2.2. Mais clínicas e consultórios

Clínicas e consultórios são estabelecimentos de saúde nos quais há um profissional geral ou um especialista em uma área específica. Em geral, é necessário ir a um clínico geral primeiro para, depois, ser encaminhado a um especialista. Esses estabelecimentos representam aproximadamente 49% de todos as instituições privadas de saúde hoje em dia, também segundo o IESS.

Não é incomum encontrar consultórios médicos e pequenas clínicas fundadas e administradas por um pequeno grupo de profissionais independentes, mas também existem modelos de franquias para esses estabelecimentos. Nesse caso, costuma haver uma estrutura mais elaborada, com equipamentos adequados para a realização de procedimentos médicos mais complexos.

2.3. Laboratórios de exames

Outra opção cada vez mais comum é a abertura de laboratórios, espaços especializados na realização de exames. Sempre que um médico precisa de dados que não podem ser obtidos com uma observação rápida, ele encaminha o paciente para um laboratório e pede por alguns exames.

A origem do setor está vinculada principalmente a empresas familiares, em que um pequeno grupo de profissionais realiza todos os exames necessários e fornece informações sobre o estado do paciente. Porém, nos últimos anos, vários grupos e empresas de grande porte têm adentrado esse mercado, trazendo maior expertise e mais tecnologia para o setor.

2.4. Fornecimento de tecnologias e ferramentas

Falando em tecnologia, a área de saúde demanda cada vez mais ferramentas especializadas para poder prestar um bom serviço. Há cada vez mais ferramentas sendo desenvolvidas para auxiliar na elaboração de diagnósticos, cirurgias, exames, entre outros procedimentos. E, ao mesmo tempo, há muita manutenção que precisa ser executada nessas tecnologias para que mantenham sua eficiência.

Sendo assim, você tem a possibilidade de atuar no setor de saúde como fornecedor desses equipamentos, suprindo diferentes laboratórios e clínicas com os equipamentos necessários, além de realizar manutenção nas máquinas já existentes.

Um bom exemplo dos avanços tecnológicos na área é a telemedicina, um conjunto de práticas e ferramentas diagnósticas que permitem aos médicos fazerem exames a distância. Isso é ótimo tanto para pessoas que precisam de mais praticidade para suas consultas quanto em casos em que o paciente não poderia receber esses serviços de outra forma.

3. Franquias de sucesso no setor de saúde

Tão importante quando a área na em que você pretende atuar é saber qual é a melhor franquia para se associar. Se você assinar o primeiro contrato que encontrar, corre o risco de não ter um bom retorno financeiro para o seu investimento. Estudar as suas opções é o primeiro passo para fazer um bom negócio.

Para dar alguma perspectiva, listamos aqui alguns exemplos de franquias de sucesso no setor de saúde e bem-estar. Acompanhe abaixo.

3.1. Acesso Saúde

Fundada em 2006, na região metropolitana de Curitiba, a Acesso Saúde é uma rede de clínicas sem mensalidade, ou seja, o paciente paga por cada exame individualmente. Porém, ela também trabalha para entregar esses serviços com um preço mais acessível, incluindo todo tipo de especialidade médica.

Ela é um pouco restrita, com foco no estado do Paraná. Seu investimento inicial é a partir de R$280 mil, com retorno esperado entre 18 e 24 meses.

3.2. Asonet

A Asonet, diferente de muitos itens da lista, não trabalha diretamente com clínicas, mas presta consultoria em serviços médicos e segurança ocupacional. Seu modelo de negócio é famoso por ser um dos mais eficazes da área, com alta taxa de retorno financeiro para os investimentos.

Suas filiais são focadas no estado de São Paulo, com investimento inicial a partir de R$165 mil. Você deve ter o retorno financeiro desse negócio entre 24 e 36 meses.

3.3. Doutor Emagrece

Perder peso é uma preocupação para muitas pessoas. Sendo assim, é natural imaginar que surgiram estabelecimentos para auxiliar nessa tarefa. A rede Doutor Emagrece é um desses lugares, com equipamentos e procedimentos para otimizar a perda de peso e manter os participantes engajados em todo o processo.

Voltada para o estado de São Paulo, essa franquia tem investimento de R$125 mil e retorno financeiro em 12 a 24 meses.

3.4. Essencial Care

Pessoas com deficiência e idosos quase sempre precisam de assistência médica em casa, enquanto áreas em que os recursos são limitados exigem um uso mais eficiente. A Essencial Care trabalha justamente com isso, levando cuidados a quem precisa e garantindo racionalização eficaz desses recursos.

O investimento fica a partir de R$120 mil e você pode esperar retorno financeiro completo entre 24 e 36 meses.

3.5. Grupo Infinita

A Infinita S.A. é um dos maiores grupos de exames diagnósticos por imagem no Brasil. Ela oferece serviços de mamografia, raio-X, ultrassonografia, ressonância magnética, entre outros procedimentos de alta qualidade na área de saúde.

O investimento aqui fica na casa dos R$3,2 milhões, pois demanda mais equipamentos e profissionais especializados. O investimento se paga totalmente entre 18 a 36 meses.

3.6. Life Clínicas

O mercado de clínicas populares, com baixo custo geral e filiações a vários planos de saúde, tem crescido bastante no Brasil. Diante disso, a Life Clínicas têm conquistado boa parte do mercado, suprindo a demanda por serviços privados para a maior parte da população.

Para fazer parte dessa franquia, é necessário um investimento a partir de R$657 mil.

3.7. Mednet

O alto índice de acidentes de trabalho no Brasil sempre foi uma grande preocupação. O grupo Mednet foi criado em 1994 como resposta às mudanças nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, que buscavam diminuir esse índice em todo o Brasil.

O investimento nessa franquia é a partir de R$165 mil. Também é informado que o faturamento médio mensal para esse negócio fica na casa dos R$90 mil, com retorno total esperado entre 24 e 36 meses.

3.8. Odontoclinic

A odontologia é outra área da saúde consideravelmente valorizada pela população, especialmente nos planos empresariais. A Odontoclinic, por sua vez, é uma franquia da área que foca em atendimento humanizado e boas condições de pagamento para a população. Sua filosofia é centrada na restauração do sorriso, tirando proveito das melhores tecnologias disponíveis no mercado para isso.

O investimento é a partir de R$260 mil, sendo que o faturamento mensal médio é de R$140 mil e com uma margem de lucro de 21%. Com isso, o prazo de retorno financeiro fica entre 24 e 36 meses.

3.9. Padrão Enfermagem

A capacitação dos profissionais de enfermagem é cada vez mais importante, especialmente com a população idosa em tendência de crescimento. A Padrão Enfermagem trabalha com a preparação desses profissionais, estabelecendo padrões rigorosos de qualidade para sua atuação.

O investimento inicial aqui fica a partir de R$ 25,7 mil, com retorno financeiro entre 12 e 24 meses.

4. Como investir em franquias de saúde

Depois de compreender um pouco melhor o mercado de franquias no setor de saúde, o próximo passo é saber como entrar nesse mercado. As próprias franqueadoras fornecem a maior parte dos detalhes burocráticos, mas você deve se preparar também para explorar suas opções e escolher aquela que mais coincide com suas demandas.

Veja aqui mais algumas informações que vão ajudar a fazer o melhor negócio.

4.1. Vantagens de investir em franquias de saúde

O mercado de franquias traz várias vantagens, especialmente na área de saúde e bem-estar. Para esclarecer melhor, trouxemos aqui algumas de suas principais vantagens:

  • mercado crescente: a demanda por serviços de saúde e bem-estar tem crescido consideravelmente nos últimos anos. E essa tendência deve se manter para os próximos anos;
  • atender à população da terceira idade: com o aumento da expectativa de vida, também cresce o número de idosos que precisam de assistência médica e cuidados, seja na forma de exames ou enfermaria. Isso significa que há muita demanda para franqueados da área de saúde;
  • maior busca por saúde e bem-estar: além da população idosa, os jovens e adultos também estão cada vez mais preocupados com a saúde do corpo. Emagrecimento, nutrição e prevenção de doenças, tudo isso faz parte da vida de muitas pessoas.

4.2. O que observar antes de escolher?

Para poder aproveitar as vantagens de uma franquia, você precisa saber qual é a melhor escolha. Para evitar que você faça um mal negócio, listamos aqui algumas coisas que você deve observar antes de assinar:

  • número de filiais próprias da franquia: um franqueador com poucas filiais próprias ou mesmo nenhuma é um mal sinal, pois indica que ele não apresenta experiência ou sucesso o bastante na administração do negócio em si. Naturalmente, isso significa que ele também não pode ajudar tanto;
  • casos de franqueados de sucesso: se um franqueador costuma ter poucos franqueados, fique alerta. Franquias novas são uma exceção, mas você deve tomar cuidado caso um negócio mais antigo não tenha nenhuma história de sucesso para partilhar. Isso pode ser um sinal de que nenhum investidor teve sucesso com seu modelo de negócios;
  • demanda e localidade: o local em que você pretende abrir sua filial é bem importante. Deve haver um mercado promissor para os serviços da franquia, ou ela não vai gerar qualquer retorno financeiro;
  • relação entre investimento e rentabilidade: por fim, avalie se o potencial de rentabilidade do negócio é condizente com seu investimento inicial. Se houver muita exigência no começo e o retorno não for proporcional, então é melhor buscar outra opção.

5. Conclusão

O mercado para franquias no setor de saúde e bem-estar está crescendo e oferece boas oportunidades para quem deseja se tornar um franqueado. Você pode atuar na área de exames, clínicas, emagrecimento, cuidados, entre muitas outras.

Como vimos neste conteúdo, é preciso analisar bem os detalhes e suas necessidades. Se você avaliar suas opções e tiver um plano, certamente vai encontrar uma franquia bem rentável e poderá investir com segurança dos resultados.

5 motivos para você investir em medicina e segurança do trabalho

Quando se fala em investir em medicina e segurança do trabalho, muitos empreendedores encaram isso como conjunto de processos burocráticos e despesas onerosas para a empresa.

Contudo, o conjunto de normas técnicas, médicas e administrativas têm como finalidade conscientizar e educar os colaboradores, protegendo sua integridade e, é claro, eliminado os riscos do ambiente laboral.

A relação de custo-benefício obtida é imensurável, já que toda a equipe se torna mais produtiva, ao atuar em clima organizacional seguro e harmonioso. Além dos gestores saberem que correm menos riscos de sofrerem penalidades, multas, ou, processos trabalhistas por conta de acidentes ou doenças ocupacionais.

Se você ainda tem dúvida sobre a necessidade de investir em medicina e segurança do trabalho, continue a leitura deste conteúdo que preparamos com os 5 principais motivos para implementar essa série de normas em sua organização!

1. Contribui para um ambiente de trabalho mais saudável

Como responsável por questões administrativas da empresa, você já deve saber muito bem que a motivação no trabalho não se limita somente à remuneração, correto? A qualidade de vida, hoje, é considerada como uma das prioridades para os profissionais que integram o mercado.

Partindo desse princípio, muitas organizações têm percebido a importância de investir em medicina e segurança do trabalho para que proporcionem um ambiente mais saudável para os seus colaboradores.

O investimento nessa área é fundamental para garantir a satisfação dos funcionários e torna o cotidiano ocupacional mais agradável, incentivando as relações interpessoais e engajando a equipe.

Vale reforçar, ainda, que o orgulho dos trabalhadores em atuar na empresa se soma ao vínculo de pertencimento, já que eles se sentem valorizados ao notarem que a empresa se preocupa com seu bem-estar.

2. Reduz acidentes de trabalho e doenças ocupacionais

Organizações que investem em medicina e segurança ocupacional reduzem as probabilidades de que ocorram situações que coloquem a integridade física e mental de seus funcionários. Sendo assim, as ações de prevenções de riscos e iniciativas de saúde, diminuem consideravelmente os perigos de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.

O fato é que, em um ambiente seguro para os trabalhadores, todas as partes envolvidas usufruem de grandes vantagens, pois o meio organizacional se torna propício para a produtividade. Além disso, o número de afastamentos por acidentes e doenças ocupacionais, assim como os processos trabalhistas e multas, são reduzidos. Em outras palavras, a taxa de absenteísmo também é diminuída.

3. Diminui os custos da empresa

Como foi dito na introdução, ainda há quem acredite que investir em medicina e segurança do trabalho significa elevação de custos operacionais. Contudo, a verdade é que esse investimento tende a gerar benefícios inestimáveis a médio e longo prazo.

Encarar a saúde ocupacional como despesas desnecessárias é uma visão equivocada. O gestor não deve considerar apenas os custos com mudanças nos processos e manutenções de maquinários, como cruciais, já que a integridade de seus maiores ativos (os empregados) está atrelada à produtividade e, por consequência, ao potencial de gerar resultados do negócio.

Além disso, quando ocorre a troca de maquinários e ferramentas — por conta de um mapeamento de risco e atualização nos processos — muitos EPIs podem deixar de ser obrigatórios, o que elimina custos e reduz despesas.

E, obviamente, ao remover os perigos do local de trabalho e tornar o ambiente salubre, a organização não terá mais que arcar com adicional de insalubridade ou de periculosidade, o que reduz o valor no salário e os prejuízos financeiros relativos a acidentes ocupacionais, que somaram cerca de R$ 79 bilhões de 2012 a 2018.

4. Aumenta a produtividade da equipe

Um ambiente de trabalho seguro gera impactos diretos na produtividade da equipe. Afinal, quando um colaborador se sente exposto a riscos ocupacionais, a tendência é que seu rendimento seja afetado.

Basta se colocar no lugar do funcionário: como você teria confiança para realizar seu trabalho com o máximo de empenho se soubesse que corre riscos de sofrer injúrias físicas que o afetarão por toda a vida, não é verdade?

Da mesma forma, quando ele sabe que a organização toma as medidas cabíveis para proporcionar um local de trabalho que preza por sua integridade física e psicológica, ele se torna mais focado e motivado em suas funções e, normalmente, encontra menos empecilhos para realizar suas tarefas.

Além disso, ao investir em medicina e segurança do trabalho, o índice de afastamentos e licenças pertinentes às doenças ocupacionais e acidentes é significativamente reduzido, o que também causa impactos diretos nas questões financeiras.

5. Fortalece a imagem da empresa

Por fim, vale mencionar a importância da responsabilidade social que toda empresa tem com a sociedade.

Quando praticada da forma correta, a imagem da marca gera credibilidade perante o mercado, o que, de certa forma, é benéfico para o marketing do negócio.

Dito isso, a implementação de ações e medidas para garantir a saúde e segurança dos funcionários é bem-visto não apenas pela equipe interna, mas por toda a comunidade. Afinal, a imagem de uma empresa é um aspecto crucial para agregar valor e conquistar novos clientes.

O que queremos dizer é que a responsabilidade social está muito além das políticas e valores da ideia constitucional e de atender às exigências da legislação. O fato é, zelar pelo bem-estar dos trabalhadores, proporcionando um ambiente ocupacional mais seguro e com mais qualidade de vida, é um grande passo no caminho certo para que seu negócio se torne referência e autoridade no nicho em que atua.

Para concluirmos, vale mencionar que, no decorrer deste artigo, você pôde entender que investir em medicina e segurança do trabalho não é um mero capricho, mas sim uma necessidade para que seu negócio esteja alinhado às exigências das Normas Regulamentadoras.

Para isso, é imprescindível contar com serviços de profissionais com anos de experiência no setor.

Quer saber mais sobre como uma empresa especializada em medicina e segurança do trabalho pode garantir que sua empresa cumpra com as exigências das NRs e se torne um ambiente de trabalho mais produtivo? Então entre em contato com a gente para conhecer nossas soluções!

5 dicas de ergonomia no trabalho home office

A ergonomia no trabalho é um assunto muito importante, não é mesmo? 

Por esse motivo, ela deve ser observada até mesmo por quem realiza atividades no modelo home office, já que vivemos tempos em que precisamos ficar em casa por um bem maior – nossa saúde.

Somente assim será possível garantir a postura adequada e um local de trabalho de acordo com o que está presente nas empresas.

Esses fatores são fundamentais para a saúde do trabalhador e garantem que não haverá qualquer tipo de problema futuro com relação a consequências de más decisões.

Neste post, nosso objetivo é mostrar para você como todo trabalhador — até mesmo quem trabalha em casa — deve observar determinados pontos para garantir tanto a sua saúde física quanto a sua segurança. Acompanhe!

Erros comuns no home office

Geralmente, quando se fala em home office, é comum pensar em trabalhar em qualquer mesa e cadeira sem qualquer tipo de preparação prévia do ambiente e sem tomar os cuidados necessários.

O que se esquece é que, mesmo em casa — um ambiente mais relaxado e menos formal —, o tempo gasto para realizar as atividades é praticamente o mesmo que se gastaria dentro do ambiente de uma empresa.

Podemos elencar como principal erro de quem trabalha em regime de home office o de não contar com uma mesa e cadeira específicos para desenvolver suas atividades — um ponto primordial.

O segundo erro mais comum cometido pelos profissionais que atuam em casa é realizar suas atividades deitados no sofá ou até mesmo na cama. 

Manter-se em posições como essa é extremamente prejudicial ao profissional, que, em pouco tempo, pode começar a sofrer de dores nas costas devido à má postura.

Dicas para manter a ergonomia no trabalho

É comum que as pessoas pensem que não podem ter ergonomia no trabalho home office, até mesmo por se tratar de um modelo de trabalho que ainda é pouco difundido no Brasil e não ser muito conhecido.

Porém, é possível criar diversos hábitos que podem melhorar a experiência do trabalhador e diminuir lesões no futuro. A seguir, listamos 5 dicas de como melhorar esse aspecto no ambiente de trabalho em casa.

1. Escolha um local adequado para o trabalho

Trabalhar em home office é um desafio, pois somos tentados a utilizar qualquer local, porém isso não é o ideal. É preciso escolher um local adequado e, de preferência, adquirir uma cadeira e uma mesa especialmente para realizar as tarefas, como dito anteriormente.

2. Esteja atento à postura

Segundo — e um dos pontos mais importantes —, é preciso que você esteja sempre atento à sua postura durante o trabalho. Por isso, evite se manter muito relaxado para que a coluna se mantenha ereta o tempo todo.

3. Faça exercícios de alongamento

Pode ser que você pense que o alongamento só possa ser feita dentro de uma empresa por conta da necessidade de orientação de um profissional qualificado. Porém, é possível realizar a atividade com o apoio de uma plataforma como o Youtube, que reúne muito conteúdo sobre o tema.

Aqui é preciso frisar que alguns cuidados precisam ser tomados para verificar os exercícios que serão realizados, assim como a qualificação do profissional que está repassando as informações.

4. Pratique Yoga

A Yoga é outra prática que pode trazer muitos benefícios para os trabalhadores que atuam em home office. Isso porque ela auxilia na concentração e também na postura, o que melhora a qualidade de vida de quem a pratica.

5. Exercite as mãos

Uma técnica mais simples que o alongamento e que pode ser aplicada sem problemas são os exercícios com as mãos para evitar dores em geral na região. Para realizá-los, também é possível buscar por orientação de profissionais qualificados.

Como você pode perceber, a ergonomia no trabalho é um assunto que é preciso ser levado a sério mesmo para quem trabalha em regime home office. Ao seguir as dicas acima, você cuidará da sua saúde e se tornará mais produtivo, já que vai ter mais qualidade de vida.

(Fonte: http://www.sstonline.com.br/5-dicas-de-ergonomia-no-trabalho-home-office )

Franquias de saúde: quais são os 7 erros comuns e como evitá-los?

Franquias de saúde: quais são os 7 erros comuns e como evitá-los?

Franquias de saúde constituem uma ótima oportunidade de negócio, mas o empreendedor deve atentar para os cuidados que qualquer franqueado precisa ter. A experiência tem demonstrado alguns erros bastante comuns e que podem ser facilmente evitados.

Assim, treinamentos e uma boa avaliação do negócio estão entre os mais comuns cuidados a observar. De todo modo, quando se dispõe de uma boa assessoria, erros assim não ocorrem, mas precisam ser conhecidos.

Continue a leitura e descubra quais são os erros mais comuns nas franquias de saúde e como evitá-los.

1. Subestimar o treinamento da franqueadora

Uma franquia tem regras próprias de seu funcionamento e que devem ser adotadas e seguidas adequadamente pelo franqueado. Ao subestimar o treinamento oferecido pela franqueadora, corre-se o risco de faltar aos encontros de capacitação.

Na implantação de um negócio de franquia ninguém pode substituir o adquirente. Você, como franqueado, deve estar à frente das principais ações do negócio e o treinamento é uma das mais importantes. Assim como ocorre no agronegócio, na saúde também é “o olho do dono que engorda o boi”.

Desse modo, a prática comum de boa parte de franqueados não participarem consistentemente dos treinamentos oferecidos precisa ser reconsiderada ou os riscos para o negócio serão grandes. Para algumas franquias, a ausência pode ser considerada motivo de rescisão contratual.

2. Equivocar-se na avaliação financeira

Iniciar uma franquia de saúde como se o sucesso viesse por si, embutido na marca escolhida chega a ser um erro grosseiro, mas quase comum entre muitos empreendedores. Nada pode dispensar uma adequada avaliação financeira de todos os aspectos envolvidos com o negócio.

Dessa forma, uma boa análise dos custos envolvidos, da real capacidade de retorno e do período de amortização necessário para o início dos lucros do empreendimento é indispensável. Além disso, deve ser extremamente precisa em suas considerações especulativas de projeção.

Assim, as situações condicionantes do sucesso não costumam ocorrer apenas em função do nome da franqueadora. Na verdade, é fruto direto da precisão que norteia o planejamento e da apreciação financeira conduzida antes da formalização do negócio.

3. Desconhecer o sistema de franchising

O sistema de franchising (franquia empresarial) no Brasil, costumeiramente regulado pela Lei No 8.955/1994, com inspiração no modelo adotado nos Estados Unidos, foi muito recentemente alterado. Assim, com a nova Lei No 13.966/2019 a regulação do assunto foi atualizada.

Embora seja uma lei pequena (tem apenas 10 artigos), deve ser conhecida de todo empreendedor que adquire uma franquia. Nesse sentido, uma das determinações da referida lei é que o franqueador forneça ao interessado uma Circular de Oferta de Franquia (COF).

Informações dessa natureza são indispensáveis para o candidato a franqueado e em uma franquia de saúde com mais razão. De seu conhecimento resultam condições mínimas para decisões acertadas e condizentes com a natureza do segmento em questão.

4. Desconhecer o segmento escolhido

Assim como o franqueado deve receber e conhecer a referida COF, também precisa ter familiaridade com o segmento da saúde com o qual resolveu operar. Não basta assinar o contrato de franquia de uma marca famosa: existe uma rotina de trabalho que certamente definirá o sucesso ou o fracasso do empreendimento.

Conhecer as nuances da atividade e poder se situar de modo confortável em seu ambiente é indispensável para colher bons resultados. Boas franquias oferecem bons suportes, mas não fazem o trabalho por você.

Assim, pode ser, por exemplo, que o trabalho exija períodos mais longos disponíveis no começo ou que os finais de semana não possam ser dispensados. Também é possível que determinados conhecimentos técnicos sejam necessários e, desse modo, será preciso estar de posse deles.

5. Escolher um ponto comercial inadequado

Um ponto comercial adequado para a franquia que se pretende constitui um dos aspectos mais sensíveis para o sucesso do negócio. Para sua escolha, muita pesquisa e avaliação cuidadosa deve ser feita e não se pode ter pressa nesse quesito.

Dessa forma, é preciso não apenas considerar a adequação da região, a frequência local e o tipo de comércio existente na área. É necessário também olhar um pouco para o futuro próximo e procurar saber, por exemplo, se há previsão de obras que possam alterar os costumes no local e até impossibilitar o estacionamento normal.

Em qualquer caso, é preciso saber quais são os aspectos mais sensíveis do negócio e tudo o que esse tipo de atividade requer. Esses são os principais norteadores para a escolha do ponto comercial.

6. Desconsiderar a necessidade de capital de giro

Não é incomum franqueados se prepararem para adquirir a franquia e conseguirem o capital inicial (aquisição/aluguel, decoração, investidas promocionais) e desconsiderarem o capital de giro. Este é o que faz o negócio andar.

De modo geral, é preciso dispor de valores em torno de 3 meses de despesas. São recursos que fazem a máquina do negócio funcionar: salários, água, energia, internet e segurança, entre outros.

Nesse sentido, os primeiros meses são essenciais até se conseguir um fluxo de caixa positivo e o próprio negócio gerar o capital de giro necessário. Assim, quando tudo estiver providenciado, é indispensável fazer o empreendimento realmente produzir o resultado que se espera.

7. Não ter perfil empreendedor

Finalmente, não se pode pensar em empreender sem dispor de um perfil adequado para isso. Em especial, deve ser considerado o perfil diretamente relacionado ao tipo de atividade da franquia.

No sistema de franchising, existem regras que não foram estabelecidas pelo franqueado, mas que ele deve cumprir. Faz parte da natureza do empreendimento e, como se costuma dizer, são as regras do jogo.

Por sua vez, a presença do empreendedor adiante de seu negócio, como já referido antes, é indispensável. Não se pode conduzir uma franquia à distância e, portanto, é preciso ter garra e acompanhar todos os momentos do negócio. Especialmente nos primeiros meses, quando se está na fase de se estabelecer na atividade.

Dessa forma, embora sejam comuns os erros apontados nas atividades franqueadas é preciso atentar para suas possibilidades quando são implantadas franquias de saúde. Além de todos os cuidados, é essencial escolher a franquia certa, de empresas consolidadas que aumentem a perspectiva de sucesso.

Nesse sentido, entre em contato conosco e conheça tudo o que a MedNet é uma franquia de saúde que oferece em Medicina do Trabalho e como você pode ser um franqueado de sucesso.

Franquia de saúde

CONVENÇÃO GRUPO MEDNET 2020

Todo ano ocorre uma convenção estratégica para os franqueados do Grupo MedNet.

No ano de 2020 ocorreu na cidade de Americana/SP. Os franqueados de todo Brasil se reúnem em 3 dias de muito conteúdo e momentos de integração.

Hoje, o grupo possui mais de 40 unidades no Brasil e vem crescendo gradativamente a cada ano. A empresa foi criadas em 1994 na região metropolitana de Campinas/SP. Em 2005 iniciam-se os estudos para tornar a MedNet uma das pioneiras em franquear Medicina e Segurança do Trabalho.

Dessa maneira, nos dias 05, 06 e 07 de março de 2020, foi realizada mais uma convenção para reunir franqueadora e seus franqueados. Assim como os presentes ouviram palestras com temas pertinentes da área de medicina e segurança do trabalho, melhorias, processos, resultados, números da rede, atualizações mercadológicas e governamentais, além de premiações e projetos novos para o ano vigente e os próximos.

A temática do evento deste ano foi de colaboração, inovação e crescimento.

Em síntese no primeiro dia 05 de março de 2020, no período da manhã, tivemos o tradicional WelcomeCoffee junto a entrega dos “mimos” personalizados para os franqueados:

Logo após foi a vez da palestra Sucesso Empresarial com Lilian Cristina da LCA Consultoria.

Confira alguns momentos:

Diretora Orjana Barbudo, Franqueados da unidade de Belém/PA e o CEO Paulo Barbudo
Diretora Orjana Barbudo, Franqueado da unidade de Rio de Janeiro (Centro) e o CEO Paulo Barbudo

Assim como no segundo dia ,06 de março de 2020, as palestras foram sobre temas de cada setor da franqueadora: SAF (Seviço de Atendimento ao Franqueado), Comercial, T.I (Tecnologia da Informação), Marketing , Credenciamento, Segurança do Trabalho, etc.

Confira algumas fotos das palestras ministradas:

À frente o CEO Paulo Barbudo e o palestrante de T.I – Lucas Pansini
Palestra SAF com Priscilla Campagnollo e Vitor Bueno do T.I
Palestra de Marketing com Paulo César Zoz

Em síntese o segundo dia do evento foram apresentadas ações de melhorias em processo e planos para todo o ano de 2020.

No último dia da convenção 2020, foi realizado no sábado dia 07 de março, iniciou-se no período da manhã com a palestra do Engenheiro de Segurança do Trabalho, com a finalidade de atualizar nossos franqueados com as modernizações das Normas Regulamentadoras e, consequentemente, as mudanças futuras.

À direita, Cléber Rodrigues – Engenheiro de Segurança do Trabalho com o Gerente de Franquias Cláudio Vicente

Nesse meio tempo o Coffee da manhã de sábado precedeu a premiação realizada aos franqueados. Foram premiados os 1º, 2º e 3º lugares das unidades com o Maior Faturamento Anual, 1º, 2º e 3º lugares para Maior Crescimento Percentual e também os novos Multifranqueados 2020. Confira as fotos desses momentos:

Premiação de Multi-franqueados

Multifranqueado – Unidades São José e Jacareí – Regina de Fátima e Laura Moraes
MultiFranqueado – Santo André e São Caetano – Osvaldo e Ricardo Primon
Multifranqueado – Jundiaí, Indaiatuba e Guarulhos – Sidnei Moreira Silva

Premiação Maior Faturamento

3° lugar Maior Faturamento AnualSão Caetano do Sul
2° lugar Maior Faturamento Anual – Santo André
1° lugar Maior Faturamento Anual – Jundiaí

Premiação Maior Crescimento Percentual

3° lugar Crescimento % – Uberlândia
2° lugar Crescimento % – Ribeirão Preto
1° lugar Crescimento % – Paulínia

No entanto, toda a convenção gerou um clima de colaboração entre os participantes, sem contar com todas as inovações apresentadas e os números de crescimento do Grupo. O dia se encerrou com muita descontração e aumentou ainda mais a confiança dos franqueados em mais um ano de sucesso.

Em seguida confira a foto geral dos franqueados e alguns membros da franqueadora.

Confira nossas mídias sociais para ver mais fotos.

CICLO PDCA: UMA IMPORTANTE FERRAMENTA DE GESTÃO

O ciclo PDCA foi criado na década de 20 pelo físico norte-americano Walter Andrew Shewart, conhecido por ser pioneiro no controle estatístico de qualidade.

Normalmente as pessoas até sabem do que se trata o PDCA, mas desconhecem sua aplicabilidade. A grande maioria viu nos cursos, porém, sem dar a devida importância.

Tornou-se uma ferramenta que basicamente só é utilizada nas grandes companhias, quando na realidade tem potencial para ser aplicada em qualquer empresa, independente do seu tamanho, grau de risco ou número de funcionários.

Até quem é Microempreendedor Individual (MEI) pode (e deveria) utilizar o ciclo PDCA, já que a ferramenta facilita a tomada de decisões e o alcance das metas, objetivando sempre a melhoria contínua.

Origem do PDCA

Posteriormente, já na década de 50, foi popularizado pelo professor William Edwards Deming, também de nacionalidade norte-americana e conhecido como guru do gerenciamento de qualidade, reconhecido por sua importância para a melhoria dos processos produtivos americanos durante a segunda guerra mundial.

Etapas do Ciclo

Quando buscamos por “PDCA” na internet, provavelmente encontraremos algo desse tipo:

A imagem nos mostra exatamente a ideia principal desta ferramenta: ser um ciclo virtuoso sempre em busca da melhoria contínua, seja no sistema como um todo, seja em um de seus elementos, de forma individualizada.

O ciclo tem esse nome por causa das etapas que o compõem, com suas iniciais em inglês:

PLAN (planejar): é onde tudo começa. Otimizar a elaboração de um projeto é de fundamental importância para o PDCA, pois minimiza a possibilidade de falhas futuras, gerando menos retrabalho e, consequentemente, ganho de tempo. Pautar o planejamento de acordo com a missão, visão e valores da empresa pode ser um bom caminho para obter êxito.

DO (fazer/executar): após finalizar cuidadosamente o planejamento, chega o momento de colocá-lo em prática, fazer/executar à risca, exatamente como foi planejado, para que não haja improviso ou imprevistos que possam comprometer todo o ciclo.

Esta fase pode ser subdividida em três subfases:

  • Treinamentos de gestores e funcionários envolvidos no projeto;
  • Execução propriamente dita (parte prática mesmo, execução);
  • Levantamento dos dados para posterior avaliação.

CHECK (checar): esta é a fase onde pode-se identificar possíveis brechas e falhas no projeto. É o momento de fazer a checagem das informações colhidas na etapa anterior, mensurando os resultados através dos dados coletados. A checagem deve ser realizada de duas formas:

  • Paralelamente à execução: com acompanhamento paralelo, pode-se ter certeza de que o trabalho está sendo executado de forma correta.
  • Ao final da execução: desta forma, pode-se obter uma análise estatística mais abrangente, de modo a permitir a realização de ajustes, caso seja necessário.

ACT (agir): é a “última” etapa (última entre aspas porque se é um ciclo, ele não termina. Mas daqui voltaremos à primeira etapa novamente, a fim de reiniciarmos o ciclo). 7

Nesta etapa serão aplicadas as ações corretivas visando o aperfeiçoamento do projeto. Não importa o quão bom ele esteja, sempre haverá algo a melhorar, lembre-se que o PDCA é um CICLO DE MELHORIA CONTÍNUA, ou seja, a melhoria nunca termina.

Pode-se dizer que esta etapa é o fim e o começo ao mesmo tempo, afinal após apuração minuciosa de possíveis erros anteriores, todo o ciclo será refeito com novas diretrizes e parâmetros, de forma que estes erros não ocorram mais.

O PDCA na ISO 45.0001

Com a chegada da norma ISO 45.001:2018 (a ISO que certifica em Segurança do Trabalho e substitui a OHSAS 18.001) houve uma “revolução” no ciclo PDCA, englobando todo o contexto da organização.

Aqui está a chave que precisa ser virada para associarmos o ciclo PDCA à Segurança do Trabalho: a ISO 45.001:2018 foi fundamental para criação do texto base do GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais), denominado inicialmente como Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e que terá as diretrizes e requisitos para que as empresas façam a identificação dos perigos e riscos, avaliação, análise e controle dos riscos.

Apesar de sua importância dentro da referida ISO, obviamente que o PDCA não ficaria de fora do GRO, sendo inclusive citado (indiretamente) no texto. Um dos itens traz a seguinte redação: “a organização deve adotar as medidas necessárias para melhorar continuamente o desempenho em SST”.

Melhorar continuamente. Em decorrer disso o texto não fala explicitamente “CICLO PDCA”, mas qual a ferramenta que é aplicada na busca pela melhoria contínua? Pois é…

Agora, vejamos o que a ISO 45.001:2018 nos mostra sobre o ciclo PDCA:


Fonte: ISO 45.001:2018

O ciclo em si (P → D → C → A) é o mesmo, porém, a ISO traz, nas bordas do gráfico, abordagens que ultrapassam as etapas básicas da ferramenta. São elas:

  • Questões internas e externas: um olhar voltado à SST. Acontecimentos referentes aos ambientes interno e externo da empresa que podem impactar em um determinado processo ou até mesmo o sistema inteiro.
  • Necessidades e expectativas das partes interessadas: a própria norma já traz logo de cara uma das partes interessadas: os trabalhadores. Além deles, também são partes interessadas os fornecedores, clientes, acionistas e qualquer pessoa ou grupo de pessoas com interesses direcionados à organização.
  • Resultados pretendidos: são os objetivos propriamente ditos, os resultados a serem alcançados mediante a implantação do ciclo, para avaliação e melhoria contínua.

Portanto outro ponto encontrado nesta nova abordagem do PDCA está no centro do ciclo. A participação da liderança e dos trabalhadores como força motriz que faz o ciclo girar.

Embora a atuação desses grupos é o que vai fazer a engrenagem funcionar em busca da melhoria contínua, atuando em conjunto e fazendo sua parte, cada um com suas atribuições em prol do mesmo objetivo: atingir os resultados pretendidos.

Muito provavelmente o ciclo PDCA atingirá outro patamar após a implantação do GRO, afinal, ele será parte integrante (e importante).

Finalmente a ferramenta vai obter seu devido reconhecimento e passará a ser mais utilizada, fazendo com que os profissionais de SST não se refiram mais ao PDCA como o Zeca faz com o caviar.

(Fonte: sstonline.com.br/ciclo-pdca/)

Planejamento empresarial sobre tributação previdenciária

No cotidiano da assessoria e consultoria jurídica empresarial, nos deparamos com empresas pouco interessadas em questões relacionadas à área preventiva, especialmente no âmbito dos tributos previdenciários, lembrando que, permanecer sem uma análise jurídica detalhada de questões como o percentual do RAT (Risco Ambiental do Trabalho).

A base de cálculo das contribuições a terceiros, é sinônimo muitas vezes de recolhimentos tributários indevidos, gerando impacto direto na área financeira da empresa.

A contribuição social previdenciária de Risco Ambiental do Trabalho (RAT, antigamente chamada de SAT), cujas alíquotas variam de 1%, 2% ou 3%, poderá ser majorada pela Receita Federal do Brasil e lançada por arbitramento, com o acréscimo adicional de 6%, 9% ou 12%. 

Tal acréscimo ocorrerá, por exemplo, se os auditores-fiscais da RFB constatarem a ausência de programas de segurança e medicina do trabalho exigidos por lei (PPRA, PCMSO, LTCAT, etc.).

O planejamento empresarial é fundamental para o sucesso de uma empresa, sem ele é como se fosse construir um prédio sem a sua planta.

Outra questão, que impactará diretamente a base de cálculo das contribuições previdenciárias devidas pela empresa, é o chamado FAT (Fator Acidentário de Prevenção), sendo que, as empresas que registrarem maior número de acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais, terão majorado o Risco Ambiental do Trabalho (RAT).

Por isso é muito importante o conhecimento e a análise da metodologia de apuração, o que permitirá a redução da carga fiscal sobre a folha de pagamento.

Não menos importante é a análise da contribuição previdenciária devida aos terceiros (Sistema S e outros), em razão do entendimento do STJ (Superior Tribunal de Justiça) no sentido de que aplica-se o limite de 20 (vinte) salários mínimos.

No entanto, a Receita Federal do Brasil entende que essa limitação da base de cálculo, prevista no artigo 4º da Lei nº 6.950/81, foi revogada pela legislação posterior e, assim, exige que a referida alíquota seja aplicada sobre o valor total da folha de pagamento da empresa, cuja diferença de valores pode ser exorbitante.

Diante dessa postura da Administração tributária, que é flagrantemente contrária à jurisprudência do STJ, o melhor caminho a seguir é a propositura de uma ação declaratória cumulada com pedido de repetição de indébito.

Essa ação, em termos simples, vai pedir que o juiz declare que as contribuições parafiscais devem incidir apenas até o limite de vinte salários mínimos e que determine a restituição, pela Receita, do valor pago a maior nos últimos cinco anos.

Assim, com algumas medidas preventivas e de gestão fiscal, o planejamento empresarial é medida que deveria ser permanentemente observadas pelas empresas, é plenamente possível a redução de carga tributária e, inclusive, a recuperação de tributos pagos a maior.

CONHEÇA OS PRINCIPAIS EXAMES MÉDICOS PERIÓDICOS DO TRABALHO!

Um dos mais importantes cuidados da empresa com a saúde de seus colaboradores é a realização de exames médicos periódicos. Esses exames compõem um elenco maior de avaliações médicas, definido pela Norma Regulamentadora N. 7 (NR 7), do Ministério do Trabalho.

A periodicidade desses exames segue a capacidade da atividade realizada de oferecer riscos de adoecimento. Assim, quando em razão do trabalho desenvolvido, por exemplo, for maior a possibilidade de surgirem doenças ocupacionais, menores deverão ser os intervalos entre uma avaliação médica e outra.

Continue a leitura e conheça os principais exames médicos periódicos.

O que são exames ocupacionais e qual a sua importância?

Os exames ocupacionais representam uma forma de cuidado da saúde do trabalhador desde o momento em que ele é admitido na empresa até o dia de sua demissão. Sua realização deve seguir a orientação da NR 7.

Assim, esses exames estão consolidados no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) que toda empresa que admite trabalhador como empregado deve elaborar e implementar. Por sua vez, são constituídos por avaliações clínicas e exames complementares que podem ser solicitados pelo Médico do Trabalho.

Existem vários tipos de exames ocupacionais e cada um é realizado em um momento diferente da vida do colaborador. Ao mesmo tempo, cada uma dessas avaliações da saúde do trabalhador tem suas razões próprias pelas quais, precisa ser realizada.

Quais são os exames médicos?

Quando uma empresa contrata um trabalhador, precisa saber de suas reais condições de saúde e se, de fato, ele pode desempenhar as funções que lhe serão atribuídas. Do mesmo modo, se ele mudar de função ao longo do tempo também precisa ser avaliado. Veja os diversos exames em razão das situações que requerem avaliações médicas.

Admissional

O exame admissional é realizado antes do colaborador assumir suas funções na empresa. Seu objetivo é demonstrar o estado de saúde do trabalhador e sua condição para assumir as atribuições do cargo.

Além disso, se for o caso de alguém com necessidades especiais, esse exame caracteriza a situação e providencia a orientação necessária. Ao mesmo tempo, permite à empresa atender corretamente uma condição diferenciada.

Demissional

O exame médico demissional deve ser realizado quando da saída do colaborador da empresa. Se o último exame periódico tiver sido realizado há mais de 135 dias (empresas com grau de risco 1 e 2) ou há mais de 90 dias (grau 3 e 4), o demissional precisa ser feito até os últimos 15 dias de trabalho.

Além da obrigação de sua realização, trata-se de importante meio de prova para a empresa no caso de posterior alegação de doença adquirida em razão do trabalho realizado. Para o trabalhador, garante a certeza de estar pronto para assumir novos desafios em sua carreira.

Periódico

O exame periódico é a maneira da empresa acompanhar o estado de saúde do colaborador a intervalos de tempo razoáveis. Com isso, é possível detectar alguma alteração e verificar se apresenta vínculo ou nexo causal com a atividade laboral.

Dessa forma, medidas corretivas na atividade, se pertinentes, podem ser tomadas. Ao mesmo tempo, o encaminhamento para tratamento e normalização da situação constituem iniciativas que devem ser adotadas a partir da avaliação realizada pelo exame periódico.

Exame de retorno

O exame de retorno ao trabalho se faz necessário sempre que o colaborador houver se afastado por um período maior que 30 dias. Esse afastamento pode ter sido motivado por uma doença que tenha acometido o trabalhador, um acidente acontecido ou pela ocorrência de parto.

O objetivo dessa avaliação médica é verificar se o colaborador encontra-se em condições médicas e psicológicas para reassumir suas funções na empresa. Por sua vez, deve ser realizado no primeiro dia de retorno à empresa, antes de iniciar suas atividades.

Exame de troca de função

Outro cuidado que a Medicina do Trabalho toma na gestão da saúde dos colaboradores da empresa é a realização de um exame sempre que houver uma mudança de função. Assim, se o trabalhador é transferido para outro setor da organização, antes de iniciar os trabalhos, deve ser avaliado.

O objetivo é verificar as condições em que se encontra, mas, sobretudo, avaliar sua saúde em relação aos novos riscos a que poderá ser exposto. Como todos os anteriores, esse também é um exame médico obrigatório, exigido pela legislação e constam todos do PCMSO da empresa.

Qual a frequência dos exames periódicos?

Os exames periódicos têm uma frequência definida pela NR 7 que estabelece os intervalos mínimos de tempo entre uma avaliação e outra. Nesse sentido, a norma divide os trabalhadores em dois grupos para definir a periodicidade dos exames.

Assim, trabalhadores que laboram em atividades que os expõem a riscos ou possam desencadear, ou agravar doenças farão exames anuais. O mesmo ocorrerá com os colaboradores que padeçam de alguma doença crônica.

Esse intervalo de um ano poderá ser reduzido em 3 situações:

  • a critério do médico encarregado;
  • por notificação de inspeção do trabalho;
  • por negociação coletiva de trabalho.

Ainda neste grupo, trabalhadores expostos a condições hiperbáricas (pressão maior que a ambiental normal) seguirão a periodicidade definida pela legislação específica. Nesse caso, trata-se do Anexo VI, da NR 15.

Para os demais trabalhadores, o intervalo entre uma avaliação e outra será de 1 ano para aqueles cuja idade for inferior a 18 anos ou maior que 45 anos. Para aqueles que estejam entre esses dois limites de idade (entre 18 e 45 anos), o intervalo será de 2 anos.

Quais profissões exigem mais exames periódicos?

Cada tipo de atividade expõe o trabalhador a diferentes riscos à saúde. Desse modo, a periodicidade dos exames poderá variar. Nesse sentido, entre as profissões cuja necessidade de exames periódicos é maior podem ser citados:

  • operadores de máquinas da metalurgia: ambientes com fumos metálicos; exposição ao calor de fornos;
  • profissionais do saneamento básico: exposição a agentes químicos (estação de tratamento de água); biológicos (operadores de redes e de estação de tratamento de esgotos) e espaços confinados (galerias, poços de visita);
  • mineradores: exposição a poeiras de sílica e a condições de ar rarefeito;
  • profissionais de frigoríficos: exposição a ambientes frios (câmaras frigoríficas);
  • profissionais da indústria química: manejo e exposição a agentes químicos inaláveis e por risco de contato;
  • frentistas: exposição ao benzeno; risco de contato de combustíveis com a pele;
  • profissionais da saúde: exposição a doenças infecto-contagiosas.

Quais as responsabilidades da empresa e do trabalhador em relação aos exames?

Por força da legislação trabalhista, as responsabilidades devidas à empresa e aos trabalhadores que nela laboram são bem definidas. Para fins de saúde e segurança do trabalho, diversas atribuições são devidas como, por exemplo, cabe à empresa providenciar os respectivos EPIs necessários.

Por sua vez, cabe aos trabalhadores a correta utilização desses equipamentos de proteção. Assim, com cada um cumprindo com suas responsabilidades, os riscos são minimizados ou mesmo eliminados.

Para o caso específico dos exames médicos, as obrigações podem ser resumidas como você verá a seguir.

Responsabilidades da empresa

  • fazer e cumprir as previsões da legislação (leis e normas aplicáveis);
  • garantir ambiente de trabalho com condições de proteção adequadas;
  • elaborar e implementar o PCMSO;
  • agendar e promover as avaliações médicas pertinentes;
  • garantir a realização dos exames complementares indicados em cada caso.

Responsabilidades do trabalhador

  • comparecer para a avaliação médica agendada;
  • fazer uso dos EPIs indicados para as atividades que desempenha;
  • desempenhar com atenção e cuidado suas atribuições;
  • informar sobre irregularidades nas condições de trabalho.

Assim, o conhecimento dos exames médicos periódicos e suas finalidades permite maior consciência da importância da saúde no trabalho e o que cabe a cada um no universo da organização.

Entre em contato conosco e saiba tudo o que você precisa para cuidar da saúde e da segurança dos colaboradores de sua empresa.

VOCÊ SABE O QUE É UM CONTRATO DE FRANQUIAS? ENTENDA!

As franquias são excelentes opções para quem pretende ter um negócio próprio e alavancar sua ideia empreendedora. Apesar de trazer muito mais segurança do que outros modelos de empresas, as franquias também exigem atenção e análise criteriosa. Existem diversas marcas renomadas no mercado e algumas outras com pouca experiência.

Por isso, o contrato de franquia assume um papel muito importante. Você sabe o que é um contrato de franquia? Sabe quais são as cláusulas inclusas nesse documento? Quais são os tópicos principais? Vamos solucionar todos esses questionamentos e muito mais ao longo do texto. Confira a leitura até o final agora mesmo!

O que é e como funciona o contrato de franquia?

A pergunta central é compreender o que é exatamente esse documento. Pois bem, o contrato de franquia nada mais é do que um instrumento jurídico que possibilita um vínculo entre 2 ou mais sujeitos de direito. Achou complicado isso? Fique tranquilo.

Isso quer dizer que a finalidade desse documento é dar uma base jurídica a todos os envolvidos. Ele é necessário porque a empresa detentora de alguma determinada propriedade industrial concede o direito de uso da sua marca por algum franqueado.

Assim, ele fica apto a comercializar, produzir e gerar produtos ou serviços. É preciso compreender que uma franquia nada mais é do que uma parceria. Por isso, é importante adotar limites e obrigações para que haja uma boa relação entre franqueador e franqueado.

Resguardar que todos os direitos ou deveres sejam cumpridos é muito importante. Isso evita desentendimentos e possíveis distratos (quebra de contrato). É vital que o documento seja bem redigido, sem deixar margens para dúvidas. Outro detalhe é que o contrato de franquia é fundamental para haver uma boa formatação do negócio. Isso impacta diretamente no sucesso operacional do empreendimento!

Quais os principais direitos e obrigações das partes envolvidas?

Como esse documento é bilateral, ou seja, envolve franqueador e franqueado, existem deveres para ambos os lados. Estabelecer direitos e deveres bem definidos ajuda muito na conquista de uma relação comercial harmoniosa. Veja a seguir os tópicos que não podem ficar de fora de um contrato de franquia!

Direitos do franqueador

O franqueador tem ao seu dispor alguns instrumentos jurídicos para realizar a avaliação e observação do cumprimento de obrigações feitas pelo franqueado. Nessa lógica, a supervisão é um tópico imprescindível. Isso decorre do fato de que o que foi acordado deve ser seguido fielmente. É muito comum haver objeções posteriores e atitudes diferentes do que a matriz esperaria de um parceiro.

Um exemplo para ilustrar esse processo é no caso da destinação de verbas para publicidade. O franqueado pode acabar destinando um valor menor do que o acordado inicialmente entre ambas as partes. Esse já é um caso que demonstra a importância da supervisão.

Ainda no campo dos direitos do franqueador, há a questão do recebimento da remuneração. Esse é o famoso pagamento de royalties. O acordo para esse tipo de repasse costuma variar bastante, podendo ser mensal, quinzenal ou bimestral. É importante compreender que a possibilidade de se usar a tecnologia, marca, processos exige o pagamento de taxas que variam de 5 a12% do faturamento. O franqueador deve supervisionar a realização do repasse das verbas regularmente.

Direitos do franqueado

Como já foi dito, um contrato de franquia é bilateral. Assim, o franqueado também tem e deve exercer os seus direitos. Uma das partes mais interessante desse documento é o fato da exclusividade de área. Você sabe o que isso significa?

Para controlar a concorrência vizinha, a franqueadora oferece a exclusividade de atuação em um determinado mercado para os seus parceiros. Assim, se uma pessoa pretende abrir outro ponto da marca nessa localidade, é oferecida a preferência para os já parceiros da rede.

A comercialização dos produtos e serviços também é algo que não deve ficar de fora da formatação de um contrato de franquia. Ou seja, a revenda pode ser feita de forma irrestrita dos produtos. Isso é importante para não limitar o crescimento do negócio, por exemplo, devido a uma falta de suprimentos.

Quais as penalidades em um contrato de franquias?

Agora que você compreendeu um pouco mais o que é um contrato de franquias, é necessário conhecer as penalidades previstas nesse documento. Nesse sentido existem algumas situações que podem levar à quebra do contrato (distrato) e aplicação de multas rescisórias. Além disso, há o fato de que a rescisão e anulação do contrato pode incluir também o pagamento de indenizações por danos e perdas.

Isso revela a importância de uma análise criteriosa do documento de modo a entender todos os requisitos e cláusulas acordados previamente. É interessante entender que isso pode ser feito tanto para o franqueador, quanto para o franqueado.

No entanto é comum acontecer esse tipo de situação ao existirem divergências de normas estabelecidas, no caso do franqueador, ou falhas feitas pelo franqueado. O não pagamento de royalties ou a compra de suprimentos indevidos são 2 exemplos clássicos que ilustram esse tipo de situação.

Por fim ao longo do texto, ficou claro como é preciso analisar criteriosamente a empresa da qual você deseja se tornar parceiro.

Por isso a relação é como um casamento e exige a realização de esforços mútuos para uma harmonia empresarial. O sucesso de um negócio depende fundamentalmente desse alinhamento de interesses e objetivos.

A MedNet é uma das empresas franqueadoras do seu nicho de atuação. Presente há mais de 15 anos no mercado de saúde preventiva e medicina do trabalho.

Ela se destaca pela alta dedicação na capacitação de seus parceiros e oferecimento de treinamentos in company e à distância. Boas margens de lucratividade e reconhecimento nacional da marca fazem dela uma excelente opção para quem pretende empreender com segurança e realizar o sonho de ter um negócio de sucesso.

Depois de descobrir tudo sobre o que é um contrato de franquia, fica muito mais difícil errar e cometer falhas na hora de analisar esse documento, não é verdade? Dê um passo a mais na realização de seus sonhos e consulte nossas opções de franquias. Os consultores da MedNet estão prontos para te ajudar a alavancar sua ideia empreendedora. Entre em contato agora mesmo!